terça-feira, 29 de junho de 2010

Sangue de boi.

Enfatize o impróprio,
dê um tempo a você.
Ainda está muito sóbrio,
pare para beber.

Leia a bula do remédio,
faça o certo acontecer.
Renuncie o seu tédio,
Faça tudo antes de morrer.

Vou quebrar a corrente,
estabelecer o poder da mente.
Vou destruir quem sente pena de você.
Vou sorrir satisfeito,
Irei agir do seu jeito
Somente juntos poderemos vencer.

Somos nós os homens de guerra.
Nessa vida supérflua,
batalhador é quem tem o que comer.

Parece estranho,
mas é real.
Viva à crença discreta!
Viva ao homem animal.

O ouro ainda está negro,
pouco importa o calor.
Mãos calejadas,
homens de valor.

Viva ao trabalho!
Dêem glória ao dinheiro fácil.
Mãos calejadas,
homem que usou.

Martirizem o cavalo,
O burro e o asno.
Não foi o homem que suou.

Dê “isso” a outro,
esse vale mais ouro.
Imundos e todos tolos!







Simplicidade,
é um dom de quem
já foi e já voltou.
Só o tempo leva e
é com ele que vou.

Certeza fria de momento.
Quer mais valor que cimento?
A cria procriou.
Encerre o velho ciclo, senhor.

Traga café, torradas e bebida.
Dê tudo ao cavaleiro, ele está de partida.
Vai-se embora judiar,
coitado animal, nasceu para se machucar.

quarta-feira, 23 de junho de 2010

Alfa.

Vamos lá, atire as pedras.
Eu estou esperando você atacar.
Vamos lá, enfie a faca.
Eu estou esperando o sangue derramar.

Sujeito composto de defeitos,
Fez questão de esperar.
Sonhou, lutou, venceu seus medos,
Mas não o viu chegar.

Onde está a ilusão?
De que mundo veio o temor?
Não rasgue nenhum coração.
Já estou farto, pare, por favor...
Não se esqueça da lição.

Provoque a onça e lembre-se de matar.
Não demore, o tempo passa...
E você, frente à onça, também pode passar.
É só mais uma valsa...
Não se esqueça de dançar.

Genética proibida, alusão fatal.
Sirva ao seu reino, o imperador é imortal!
Queime as bruxas, mate as crianças,
temos o poder! Extermine a esperança!

É em nome de Deus que venho te contar:
Não sou homem, não sou terra,
Sou a água santa, sou a juventude dispersa.
Eu sou o céu, eu sou o mar.

terça-feira, 8 de junho de 2010

Auto-suficiência


Às vezes a gente erra e erra constantemente. Que mais seria a paixão senão se perder em um sorriso, palavras, gestos ou sei lá... Simplesmente se perder? Sentimentos grotescos não têm finalidade conjuntiva, mas individual e até onde eu sei isso não nos acrescenta boas experiências. Há muita gente medíocre por aí que não pensa antes de transar. Que não para no sinal vermelho, que cospe no chão da praça, que bate nos filhos e que não ama o próximo, nem a si mesmo. O mundo está cheio de gente assim. Faz a diferença aquele que pensa antes de agir. Isso por que já dizia Newton: “Toda ação implica uma reação”. A maturidade é vital para a vivência em conjunto e não se engane achando que idade é comprovante de sabedoria. Não é. Você é condicionado a sobreviver ao lado de pessoas que, provavelmente, irão modificar suas atitudes e opiniões. Cabe a cada um definir e limitar o que pode ser proveitoso. O seu futuro depende das suas escolhas, faça-as bem e tudo sairá bem, ou não. Nem tudo dá certo apenas por tomarmos atitudes corretas. Aceitar isso faz parte de um processo rigoroso que dita sua conduta. A derrota é apenas um estimulante especial para a vitória futura.

Seguidores