terça-feira, 29 de junho de 2010

Sangue de boi.

Enfatize o impróprio,
dê um tempo a você.
Ainda está muito sóbrio,
pare para beber.

Leia a bula do remédio,
faça o certo acontecer.
Renuncie o seu tédio,
Faça tudo antes de morrer.

Vou quebrar a corrente,
estabelecer o poder da mente.
Vou destruir quem sente pena de você.
Vou sorrir satisfeito,
Irei agir do seu jeito
Somente juntos poderemos vencer.

Somos nós os homens de guerra.
Nessa vida supérflua,
batalhador é quem tem o que comer.

Parece estranho,
mas é real.
Viva à crença discreta!
Viva ao homem animal.

O ouro ainda está negro,
pouco importa o calor.
Mãos calejadas,
homens de valor.

Viva ao trabalho!
Dêem glória ao dinheiro fácil.
Mãos calejadas,
homem que usou.

Martirizem o cavalo,
O burro e o asno.
Não foi o homem que suou.

Dê “isso” a outro,
esse vale mais ouro.
Imundos e todos tolos!







Simplicidade,
é um dom de quem
já foi e já voltou.
Só o tempo leva e
é com ele que vou.

Certeza fria de momento.
Quer mais valor que cimento?
A cria procriou.
Encerre o velho ciclo, senhor.

Traga café, torradas e bebida.
Dê tudo ao cavaleiro, ele está de partida.
Vai-se embora judiar,
coitado animal, nasceu para se machucar.

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