domingo, 18 de julho de 2010

E tenho dito...

Há muita gente fútil por aí que não vive; não treme com o frio, não chora de emoção, não explode de estresse, não sua com o calor em demasia. Enfim, (e novamente) há gente que não vive. O que importa mesmo não é aquilo que deixamos transparecer e sim o que ocultamos por medo de julgamentos posteriores. Seja você, antes de optar pela aceitação alheia. A fé não é regida pela sanidade, enfrente os devaneios e siga em frente. E tenho dito...

Um comentário:

  1. De fato, "sentir" hoje tornou-se algo raro. A vida, em sua plenitude, para muitos finda-se como algo opaco, ou seja, sem cor,brilho, dor, o riso, cheiro... a busca por uma padronização de gestos, gostos e atitudes faz das pessoas seres alienados e fúteis! E isso realmente irrita!

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